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E a palavra é sempre refugio. Sempre, sempre, sempre...

sábado, 26 de janeiro de 2013

Confissão não confessável

Ver-te triste
No desamparo
Na profundar dor
Da rejeição
Implorando
Por doses de fugas
Enrolado no próprio desespero
Na tristeza
Que construiu
Com a beleza do teu rosto
E das tuas mãos
Aquelas que me tocaram um dia
Me deixa muito feliz

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