Sentou do lado dela na calçada:
- E aí?
- E aí, meu doce...
Respondeu com o carinho habitual
- Doce? doce de quê?
- Hmmm... deixa eu ver... de cajú!
- Cajú? Por que cajú?
- Não sei... é bom, mas tem gosto entranho às vezes. Além disso tem uma árvore de cajú plantada em minha casa.
- Estás falando de mim, não é?
- De você? não... só de uma árvore que ficou plantada por aqui...
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