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E a palavra é sempre refugio. Sempre, sempre, sempre...

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

“Que coisa insistente gravaram em mim um dia
Não me deixa viver feliz com o mais bonito da vida
Disseram que no amor viverei sofrida
E que sempre amaria mais do que suportaria

Mas largo o medo e saio procurando
Mais insistente que a dor é a ânsia do amparo
Quando chego perto e vejo que quase esbarro
Relembro a dor que é viver amando

Desse moinho nunca me desfaço
De todos os corpos sinto a fuga me chamando
A derrota escolhi naquele quarto
Mas por final é o amor que me mantem andando”
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