“Que coisa insistente gravaram em mim um dia
Não me deixa viver feliz com o mais bonito da vida
Disseram que no amor viverei sofrida
E que sempre amaria mais do que suportaria
Mas largo o medo e saio procurando
Mais insistente que a dor é a ânsia do amparo
Quando chego perto e vejo que quase esbarro
Relembro a dor que é viver amando
Desse moinho nunca me desfaço
De todos os corpos sinto a fuga me chamando
A derrota escolhi naquele quarto
Mas por final é o amor que me mantem andando”---------------------------------------------------------------------
Nenhum comentário:
Postar um comentário