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E a palavra é sempre refugio. Sempre, sempre, sempre...

sábado, 12 de abril de 2014

melancólico

Há um silêncio em mim
Impiedoso
Que não deixa desentranhar as coisas feitas
Arranhadas
Incrustadas no fundo da pele
Há um silêncio que grita e pede ajuda
Que arranha as paredes do meu corpo
Um silêncio que não diz
e não cessa
Impiedoso
morde
E me desafia à vida
Quando tudo que escuto
É morte


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