Há um silêncio em mim
Impiedoso
Que não deixa desentranhar as coisas feitas
Arranhadas
Incrustadas no fundo da pele
Há um silêncio que grita e pede ajuda
Que arranha as paredes do meu corpo
Um silêncio que não diz
e não cessa
Impiedoso
morde
E me desafia à vida
Quando tudo que escuto
É morte
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