Hello
E a palavra é sempre refugio. Sempre, sempre, sempre...
domingo, 15 de setembro de 2013
Dou um passo e me encho de ar. E antes? Estava vazia? Onde me vejo? Quando me sou? em frente ao outro me perco... por quê? Tenho medo de alguém entrando nesse mundo que vivo. E aí, se não souber separar o eu do outro? Não reconheço a mim mesmo frente ao outro. Esqueço-me. Caio. Aonde? Em mim? Por isso resisto. Com o outro me afasto do que mais amo...escolho eles ao invés de mim. Nada resta. Apenas abandono. Negação deles mesmos, o eles em que me transformei. Desses questionamentos, o que há? Sou meu próprio abandono.
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