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E a palavra é sempre refugio. Sempre, sempre, sempre...

domingo, 6 de dezembro de 2015

poema quebrado

Há roupas esquecidas no varal e passarinhos esquecidos no tempo
Eles brincam e as roupas estão mortas
Molhadas de esquecimento
Só continuam balançando
Enquanto os passarinhos emaranham-se nos tecidos chuvosos
Quem sabe sejam eles feitos de chuva
Deve ser ótimo ser um passarinho e não sentir frio, amor, saudades e essas coisas chatas de humanos.


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