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E a palavra é sempre refugio. Sempre, sempre, sempre...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

do jeito que a alma é

As coisas meio que acontecem. Sem hora. Cem dias. Minha arte acabou. Foi longe, como num sopro: Psique. Você deve concordar com minhas anacronologias, sem lugar nenhum, nem destino. Meu sabe-sabe é mesmo assim: Só nas cores, avenidas. Agora entendas que meu fluxo não tem itinerário. Então não minta, não me leia, não me omita.
Só me sinta.

Image: Salvador Dali

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