Hello

E a palavra é sempre refugio. Sempre, sempre, sempre...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Você preenchia minhas frestas, nadava em fumaças comigo, enfeitava as madrugadas... Mas agora, se você não vem e nem eu vou...   de que adianta ter saudades? De que adianta, amor? Combinamos quando estamos em baixo do mesmo teto, do mesmo pedaço de céu. Depois, distantes, como seria possível te ver? Te ouvir? Te cheirar? Seria mais dolorido aceitar restinhos de ti do que guardar todos os pedaços nossos trocados. Todas nossas memórias escritas com carinho e risadas. Você é tão pequeno, mas nesse mundo vais ocupar o pedaço mais doce do meu coração. Teu rosto é só serenidade. Lembro aos poucos do quantos suas mãos também a eram... Saudades. Essa palavra que sempre escrevo. Para você, dessa vez.


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